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Que venha a 3º Agroind Familiar

17/07/2011
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Foi encerrada neste domingo a 2º Agroind Familiar – Feira Nacional de Máquinas, Equipamentos, Produtos e Serviços para a Agroindústria Familiar. Foram cinco dias de feira realizados no Parque do Imigrante, em Lajeado, e que cumpriram com o objetivo de valorizar a agroindústria familiar e toda a cadeia produtiva a ela relacionada. Os expositores venderam, trocaram experiências entre si e se capacitaram nos eventos técnicos. Por seus estandes passaram cerca de 29 mil pessoas, que movimentaram  mais de R$ 10,7 milhões. A meta de público foi prejudicada em virtude do mau tempo e de comitivas técnicas de municípios que não compareceram. Mesmo assim, a venda atingiu a expectativa de comercialização, beneficiada por mais um pavilhão com estandes, maior número de empresas com produtos de maior valor à venda e a presença de quatro agentes financeiros (foram três em 2008). De acordo com pesquisa, 42% dos visitantes recebidos são potenciais clientes.

“Essa edição comprova que a feira se justifica por reunir e oferecer resultados a usuários (agroindústrias), fornecedores de tecnologia e transmissão de conhecimento”, comemorou o presidente da comissão organizadora, Oreno Ardêmio Heineck. Para ele, outro mérito desta edição foi a presença dos poderes públicos municipais, estaduais e federais, que olharam e validaram a feira. “Todos viram a grandeza do evento e isso deve facilitar os apoios e parcerias para a próxima Agroind”. A 3ª Agroind está prevista para ocorrer de 29 de maio a 02 de junho de 2013.

A comercialização se deu nas agroindústrias, que mostram a variedade de sua produção. Do queijo de Minas Gerais, artesanato sustentável do Paraná aos embutidos e conservas do Rio Grande do Sul, o público comprou milhares de itens das 194 agroindústrias de cinco estados presentes (RS, SC, PR, RJ e MG). A feira também cumpriu importante papel na abertura de novos clientes para as agroindústrias familiares. A Rodada de Negócios do Sebrae envolveu cerca de 30 pessoas, entre compradores e vendedores, e fechou com uma estimativa de R$ 90 mil em comercialização.

Entre os expositores de máquinas e equipamentos, muitos negócios foram engatilhados e outros tantos fechados. As vendas tiveram o apoio de quatro agentes financeiros presentes e que ofereceram linhas de crédito especiais.

Os eventos técnicos lotaram os auditórios. A grande frequência superou as expectativas e mostrou o acerto da feira em mesclar exposição de mercadorias e conhecimento. Foram dez eventos, entre seminários, painéis e reuniões de trabalho, oportunizando ao público a atualização sobre temas como o Sistema Único de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa), o passo a passo da formalização de agroindústrias familiares e alternativas de mercado, como a inserção dos produtos da agricultura familiar na alimentação escolar. A audiência publica da Assembleia Legislativa trouxe o debate local sobre o Sistema Unificado Estadual de Sanidade Agroindustrial Familiar, Artesanal e de Pequeno Porte (Susaf-RS), que busca ampliar as oportunidades de comercialização dos produtos das agroindústrias. Mais de 900 pessoas participaram dessas atividades técnicas. “O público recompensou o envolvimento do Mapa na discussão de temas considerados decisivos para a agricultura”, afirmou o representante do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Ricardo Cimirro.

Para o presidente da Associação Comercial e Industrial de Lajeado (Acil), Valmor Scapini, a conjugação de esforços é um dos pontos auges da feira. Ele destaca a disposição da entidade em promover a terceira edição, mas lembra a importância dos entes públicos. “Além da Prefeitura, precisamos contar com um envolvimento maior dos governos estadual e federal, para então dar sequência a esse grande projeto de ação social”. A prefeita de Lajeado, Carmen Regina Cardoso, salientou o fato de não terem ocorrido imprevistos na feira e da satisfação em sediar tão importante evento. “ Nos reunimos com empreendedores do município, que mostraram o quanto estavam contentes com a feira. É uma mostra do pensamento coletivo”.

Fonte: Assessoria de Imprensa Agroind

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