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Lideranças debatem a Gestão Estratégica da Inovação

14/12/2010
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Em workshop realizado no salão de eventos da Associação Comercial e Industrial de Lajeado (Acil), promovido pelo Comitê Regional da Qualidade Vale do Taquari (CRQ-VT), o consultor da Comissão de Integração do Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade (PGQP), Hipa Stoffel, discorreu para lideranças empresariais e executivos sobre métodos para avaliar as ações desenvolvidas pelas organizações visando a gestão de inovação.  
Stoffel avalia a inovação não como simples tendência de mercado, mas a trata como realidade. “Nota-se que a inovação está cada vez mais presente na agenda das organizações. Todas as empresas brasileiras já vêm se preocupando com a inovação há algum tempo, é um processo que está ocorrendo tanto no setor público como no setor privado.” Ainda de acordo com o consultor, esse movimento por parte dos modelos de gestão já vem ocorrendo há, aproximadamente, 18 anos. Ele avalia positivamente a região do Vale do Taquari nesse aspecto. “A região tem espaço e demanda para inovar, basta fazer isso de forma consciente e organizada”, ponderou.

Criar valor

O workshop faz parte de uma iniciativa do PGQP que visa à formulação de um modelo específico de abordagem e gestão da inovação. “Inovar é criar valor. Nem sempre criatividade é sinônimo de lucro para organizações” alerta Stoffel. O consultor explica que “pesquisas indicam que 80% das ideias inovadoras têm origem na relação com os clientes, fornecedores e parceiros”. Reforça que “a inovação não ocorre somente dentro da empresa, temos que buscar alianças com o ambiente a nossa volta, que irá nos prover de informações a cerca do que está ocorrendo”.

Dimensões da inovação

Com as estratégias propostas no “caderno de campo simplificado”, entregue aos participantes, fica clara a preocupação dos organizadores em manter o foco de abordagem tanto nas pessoas quanto nas condições organizacionais. “Basicamente, a estratégia é atrair, desenvolver e reter talentos nas organizações.”
O caderno contém o material de apoio desenvolvido pelo PGQP com o objetivo de nortear o início das atividades. O caderno é uma ferramenta de auto-avaliação que  tem como princípio cinco dimensões: método, ambiente, pessoas, estratégia e liderança e resultados. Cada uma delas consiste de uma série de questões em que a organização se auto-avalia. A partir delas, é gerado um índice para o acompanhamento do plano.

Crença na inovação

Para o presidente do CRQ-VT, Ervino José Scheeren, a realização de capacitações com este tema tende a reforçar a crença na inovação e a necessidade de sua implementação nas práticas empresariais locais. Já para o diretor de operações do Sesi Vale do Taquari e Caí, João Carlos Schafer, o workshop realizado promovido pelo CRQ-VT agrega “conhecimento a cerca do que é inovação e, para as organizações, uma forma de trabalho organizado” para direcionar e mensurar a evolução dos processos . Schafer salienta ainda que “a geração de valor deve ter um método mínimo organizado, esta padronização é um nivelamento e isso abre espaço para novos planos visando sempre a inovação”.

Fonte: Assessoria de imprensa

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