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Consultor explica na Acil como empresários devem conduzir troca de comando nos negócios

30/08/2010
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Quem fará, quando será feita e de que forma acontecerá a famosa passagem do bastão de comando da empresa. Estas foram algumas das questões colocadas pelo economista e consultor de empresas Fernando Villarinho aos cerca de 90 empresários participantes da reunião-almoço realizada nesta segunda-feira (30.08) na Associação Comercial e Industrial de Lajeado (Acil) com o tema “O impacto do planejamento sucessório nas estratégias empresariais”.

Membro de conselhos de administração de importantes grupos empresariais do Vale do Taquari, do estado e Brasil, Villarinho explicou que a empresa deve ser vista como uma fonte de renda e lucro. Assim, a organização “não existe para dar emprego aos familiares, mas sim para gerar patrimônio e receita para a família”. Destacou a importância de que seja transmitido o “DNA” da empresa para o sucessor, ou seja, de que forma a organização surgiu e quais os valores e princípios que a sustentam e devem garantir a sua continuidade.

Antecedência

Discorrendo sobre as relações societárias e seus reflexos na saúde da empresa e no centro da família, alertou que, seja na condição de fundador ou de herdeiro, o sócio de uma empresa familiar tende a sofrer de uma falha de percepção que se esconde na expressão “dono”. Assim, facilmente, patrimônio da empresa e patrimônio pessoal se confundem de tal forma que o indivíduo clama como seu o que na verdade é da sociedade empresarial.

O consultor emendou que “as sucessões devem ser planejadas sob a ótica da propriedade financeira, cultural e patrimonial, com antecedência, para que o futuro gestor da empresa possa ter tempo suficiente para se preparar para assumir os negócios da família”. Desta forma, no momento de transição de comando, a principal preocupação deve ser a empresa e não o seu sucessor.

Ressaltou que a transparência e confiança entre os sócios e familiares são essenciais para o bom andamento do negócio.  Posicionou-se a favor da sucessão familiar, desde que haja pessoas qualificadas na família para assumir os cargos de comando.  Caso contrário, devem ser procurados profissionais no mercado.
 
Ações da Acil
 
Antecedendo a palestra, o presidente da Acil, Valmor Scapini, fez breve apresentação das diversas frentes de atuação da entidade na sociedade. Destacou a realização do segundo seminário “Viva o Taquari Vivo” e convidou os empresários para na próxima quinta-feira (02.09) acompanharem a Jornada Técnica Ambiental que acontece à noite no salão de eventos da Acil. Agradeceu o apoio de todos os que participaram da conquista da duplicação da BR 386 em parceria com a Câmara da Indústria, Comércio e Serviços do Vale do Taquari (CIC-VT) e outras entidades. Frisou que a mobilização continua agora para estender a duplicação da BR 386 até Soledade e também pela duplicação da RS 130 entre Venâncio Aires e Encantado. 

Além de Scapini e Villarinho, integraram a mesa principal o presidente da Câmara de Vereadores de Lajeado, Ito José Lanius; vice-presidente da Federação das Associações Comerciais e de Serviços do Rio Grande do Sul (Federasul), Paulo Walmor Hoppe, e a vice-presidente de Administação da Acil, Dalva Pohren.

Fonte: Assessoria de imprensa ACIL

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